O Governo do Estado, por meio da Defesa Civil, suspendeu a Operação
Carro-Pipa em 23 municípios do Rio Grande do Norte. Com o fim dos
recursos destinados pelo Governo Federal – cerca de R$ 3,6 milhões – o
convênio foi suspenso no último dia 26 de fevereiro. Nem todas as
cidades ficaram “descobertas” no abastecimento, mas a decisão pode ter
agravado a situação de cidades como Pilões, no Alto Oeste potiguar, que
integra a lista da cidades em colapso de abastecimento, segundo a
Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern).
De acordo com a coordenação estadual da Defesa Civil, 42 carros-pipa
eram responsável por fazer o abastecimento nas cidades atendidas que, no
início da operação, eram 56. O objetivo inicial do programa era atender
emergencialmente os municípios enquanto eles se organizavam para
participar da operação carro-pipa do Exército Brasileiro, que já atende a
116 cidades potiguares. Entretanto, a falta de organização das
Prefeituras comprometeu essa finalidade. “Alguns municípios ainda não
fizeram essa solicitação, por mais que nós já tivéssemos alertado de que
os recursos já estavam acabando”, informou o tenente Lavínio de Souza,
assessor técnico da Defesa Civil estadual.
Ainda não é possível
dizer quantas das 23 cidades ficaram totalmente desprovidas de
abastecimento com o fim da operação, uma vez que parte delas recebeu,
recentemente, carros-pipa do Ministério do Desenvolvimento Agrário
(MDA). Ainda assim, Souza lamenta que a operação tenha sido encerrada de
forma brusca. “São apenas 400 caminhões (unindo todos os programas)
para abastecer 1,7 milhão de pessoas que precisam de água no estado. É
muito pouco”, diz o tenente. Ele acrescenta que a Defesa já solicitou R$
9 milhões em recursos para a retomada da operação – o pedido, feito em
setembro de 2013, ainda não foi respondido. De acordo com o assessor
técnico, o ministério preferiu destinar recursos ao estado para outras
ações na área de recursos hídricos, como as adutoras de engate rápido.
Outro
fator que agrava a retomada de ações para abastecimento imediato das
cidades é a renovação do estado de emergência por parte do Governo do
Estado. O atual decreto, renovado em agosto passado, venceu no último
sábado (15). A previsão era que o decreto fosse renovado ainda nesta
semana, mas até o fim da tarde de ontem, o pedido ainda tramitava na
Consultoria Geral do Estado. Após a aprovação, o decreto vai ser
assinado pela governadora, publicado pelo Diário Oficial do Estado e
encaminhado ao Governo Federal, que homologará (ou não) o pedido.
A
demora no trâmite do documento compromete uma série de ações, como a
contratação de pipeiros sem a necessidade de licitação – o que dá
celeridade ao atendimento nas cidades –, a construção de poços, a compra
de filtros de polipropileno e dessanilizadores e a aquisição de
sementes e ração animal. “Já encaminhamos o parecer técnico ao governo
do estado, mas a gente precisa ter a publicação para definir quais ações
tomar”, assinalou o tenente Lavínio.
*Tribuna do Norte
A proposta prevê a regulamentação do plantio, cultivo e da colheita para uso
medicinal. O texto proíbe processos de manipulação para aumentar ou produzir
artificialmente a maconha e estabelece que a colheita que não exceder 480 gramas
ficará isenta de registro, da inspeção e fiscalização. O projeto proíbe
propaganda e a venda a menores de 18 anos e a venda e uso perto de escolas
durante o horário escolar ou em estabelecimentos educacionais e
sanitários.
"Nas ruas, não vai se poder fumar, sobretudo próximo às escolas. O projeto estabelece que, nos lugares de venda, a exposição do produto tem que estar regulamentada e o consumidor tem que estar a par dos danos que ocorrem com o consumo", ponderou o deputado. "Além disso, estabelece que o Poder Executivo deverá delimitar zonas de cultivo e levar em consideração critérios de preservação ambiental e limites máximos para a extensão de terras destinadas ao plantio e fabricação de produtos derivados da maconha", disse.
Conforme o texto, 50% da arrecadação com tributos decorrentes das atividades serão destinados ao financiamento de políticas públicas para tratamento de dependentes químicos. Outro ponto do projeto prevê anistia para as pessoas processadas por tráfico, desde que as prisões não sejam decorrentes de crimes com violência, grave ameaça, emprego de arma de fogo ou tráfico internacional de drogas.
Para o deputado, é preciso que a sociedade encare o debate do ponto de vista da segurança e da possibilidade de geração de emprego e renda. "O projeto prevê que essas pessoas presas por pequenas quantidades possam entram na venda legal, desde que registradas", disse. "A gente precisa enfrentar essa questão e dar uma segunda chance para essas pessoas que entram no tráfico pela pobreza".
No Senado, também tramita um projeto de lei de iniciativa popular que trata da legalização do plantio doméstico de maconha e do comércio em locais licenciados. O projeto de lei, relatado pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), foi proposto por meio do portal e-cidadania do Senado, onde qualquer pessoa pode fazer proposições legislativas, e recebeu mais de 20 mil assinaturas eletrônicas de apoio.
Com informações da Agência Brasil
"Nas ruas, não vai se poder fumar, sobretudo próximo às escolas. O projeto estabelece que, nos lugares de venda, a exposição do produto tem que estar regulamentada e o consumidor tem que estar a par dos danos que ocorrem com o consumo", ponderou o deputado. "Além disso, estabelece que o Poder Executivo deverá delimitar zonas de cultivo e levar em consideração critérios de preservação ambiental e limites máximos para a extensão de terras destinadas ao plantio e fabricação de produtos derivados da maconha", disse.
Conforme o texto, 50% da arrecadação com tributos decorrentes das atividades serão destinados ao financiamento de políticas públicas para tratamento de dependentes químicos. Outro ponto do projeto prevê anistia para as pessoas processadas por tráfico, desde que as prisões não sejam decorrentes de crimes com violência, grave ameaça, emprego de arma de fogo ou tráfico internacional de drogas.
Para o deputado, é preciso que a sociedade encare o debate do ponto de vista da segurança e da possibilidade de geração de emprego e renda. "O projeto prevê que essas pessoas presas por pequenas quantidades possam entram na venda legal, desde que registradas", disse. "A gente precisa enfrentar essa questão e dar uma segunda chance para essas pessoas que entram no tráfico pela pobreza".
No Senado, também tramita um projeto de lei de iniciativa popular que trata da legalização do plantio doméstico de maconha e do comércio em locais licenciados. O projeto de lei, relatado pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), foi proposto por meio do portal e-cidadania do Senado, onde qualquer pessoa pode fazer proposições legislativas, e recebeu mais de 20 mil assinaturas eletrônicas de apoio.
Com informações da Agência Brasil